O Presidente Raimundo Júnior recebeu, nesta segunda-feira (07), a estudante Ana Beatryz Cunha Aragão, do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFPI, após atuação da OAB Piauí diante da ausência de intérprete de Libras que a impedia de acompanhar as aulas.
A solução desse caso contou com o trabalho da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da OAB-PI, que representou a Ordem com firmeza, sensibilidade e compromisso com a inclusão. Os membros da Comissão estiveram presentes na reunião, reafirmando a missão da OAB de garantir o acesso pleno à educação e o respeito aos direitos fundamentais.
MOBILIZAÇÃO
A situação mobilizou a sociedade civil, a Alepi e a OAB-PI, que cobrou providências da Universidade e reafirmou o direito à educação inclusiva. Em resposta, a UFPI, através de nota encaminhada à Seccional, informou que adotou uma série de medidas administrativas e reconheceu a legitimidade da demanda.
“Passar para Arquitetura foi um sonho para Ana Beatryz — e esse sonho não pode se transformar em obstáculo pela ausência de políticas públicas. Nosso papel, como casa da cidadania, é também proteger direitos sociais e contribuir com soluções,” afirmou o presidente Raimundo Júnior.
A Ordem seguirá atenta, pronta para agir e colaborar sempre que os direitos das pessoas com deficiência forem ameaçados.
Participaram da reunião os pais de Ana Beatryz, a vice-presidente da OAB-PI, Raylena Alencar, membros da diretoria da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da OAB-PI e um representante da UFPI.