
A advocacia piauiense alcançou um marco histórico nesta semana: o Conselho Pleno da OAB-PI aprovou, por unanimidade e com voto de louvor, a criação da Escola de Direitos Humanos da ESA/PI. A iniciativa, inédita no Brasil, nasce com a missão de consolidar uma política permanente de formação, pesquisa, extensão e mobilização social em direitos humanos, fortalecendo o compromisso da Ordem com a democracia, a cidadania e a dignidade humana.
A proposição foi apresentada pela presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/PI, Dra. Jéssica Lima, em parceria com a diretora-geral da ESA/PI, Dra. Rossana Diniz, e relatada pela conselheira Dra. Nádia Santiago, que destacou a relevância e a maturidade do plano de ação apresentado.
Para a proponente, Jéssica Lima, a aprovação representa um passo fundamental na história da advocacia piauiense:
“A criação desta Escola representa muito mais que uma estrutura institucional; é a afirmação de que a advocacia piauiense escolhe colocar os direitos humanos no centro da formação e da prática profissional, com impacto real na sociedade.”
A diretora-geral da ESA/PI, Rossana Diniz, também celebrou a inovação:
“É um marco histórico que projeta a ESA/PI como referência nacional. O compromisso da Escola é abrir caminhos para que a advocacia, estudantes e lideranças sociais encontrem nos direitos humanos um horizonte de transformação e justiça.”
A relatora, Nádia Santiago, ressaltou a importância da medida para o futuro da instituição:
“Como relatora, tive a honra de aprovar a criação da Escola de Direitos Humanos da ESA/PI. Esta iniciativa é um marco para a advocacia piauiense e reforça o compromisso da OAB/PI com a cultura de paz, a democracia e a defesa intransigente da dignidade humana.”
Com a criação da Escola de Direitos Humanos, a OAB-PI se torna a primeira seccional do país a institucionalizar um núcleo específico voltado para a formação crítica e transformadora em direitos humanos no âmbito da ESA.
A advocacia piauiense, mais uma vez, inspira o Brasil!