Após atuação da OAB-PI, a Universidade Federal do Piauí (UFPI) adotou uma série de medidas administrativas para atender à estudante Ana Beatriz Cunha Aragão, do curso de Arquitetura e Urbanismo, que enfrentava dificuldades acadêmicas em razão da ausência de intérprete de Libras.
Em nota pública, a UFPI reconheceu a legitimidade da demanda e detalhou a cronologia das ações adotadas desde fevereiro deste ano. Entre as providências a universidadelançou edital para seleção de bolsista de apoio pedagógico, com atuação específica junto à discente.
As medidas foram impulsionadas por manifestações da sociedade civil, da Assembleia Legislativa do Estado do Piauí e da OAB Piauí, que, desde o início do caso, tem acompanhado de perto o desenrolar da situação, cobrando providências e reafirmando o direito à educação inclusiva e ao atendimento educacional especializado, conforme garantido pela legislação brasileira.
A OAB Piauí destaca a importância da atuação articulada entre instituições e sociedade na defesa dos direitos das pessoas com deficiência e seguirá acompanhando o caso até que a estudante tenha pleno acesso às condições adequadas para o desenvolvimento acadêmico.